É hora de se preparar para a maratona dos concursos públicos
A cada novo ano, renovam-se as esperanças de milhares de brasileiros de conquistar um "lugar ao sol", ou seja, uma vaga no setor público. Afinal, um emprego na área governamental (municipal, estadual ou federal) oferece muitas garantias e regalias que o mundo corporativo nem de longe tem condições de ofertar. Isso sem contar com a famosa estabilidade de emprego, algo impensável no setor privado.
Todavia, é bom que fique claro: a empresa pública não é um paraíso como se acredita, pois muitos funcionários de carreira afirmam que o governo já foi um patrão melhor; mas, para muitos analistas, o governo continua sendo um "pai" que faz poucas cobranças. No entanto, quem deseja integrar tal equipe não deve se iludir com a falsa ideia de que pelo simples fato de passar no concurso não precisa mais estudar para se manter empregado. Isso é ilusório, pois as promoções que ocorrem, dentro do setor público, demandam concursos internos e conhecimento atualizado. Uma evidência disso foi a prova que o governo paulista aplicou, no ano passado, nos professores da rede estadual, a fim de elevar o ganho da categoria através do mérito.
Porém, dentro do panorama atual do país, em que o desemprego ainda assusta, torna-se inevitável não aceitar a ideia de que o setor público - em decorrência de bons salários que não atrasam, da estabilidade garantida e das possibilidades de promoção - continua sendo vantajoso sob vários aspectos. Com tal perfil, o emprego público torna-se atrativo e, consequentemente, disputado por um "batalhão" de candidatos com olhares atentos às vagas que os editais oferecem.
Inclusive, quem acompanha essa realidade, sabe que há até publicações voltadas para esse setor que, semanalmente, trazem todos os movimentos dos governos (nas três esferas). Estudos apontam que os setores de Segurança Pública, Saúde e Educação são os que mais disponibilizam vagas. Claro que há, também, setores governamentais considerados de luxo, com cargos de comando e salários de causar inveja a qualquer marajá.
Nesse contexto, a Petrobras, por exemplo, é considerada a "Meca" dos concursos públicos, porque é sabido que essa estatal é a que melhor paga seus funcionários, além de contar com cargos de altos salários. Naturalmente, isso eleva o nível da disputa, com questões enigmáticas. Tanto que, em tom de brincadeira, os candidatos dizem que é mais fácil passar em Medicina na USP, do que ingressar como petroleiro.
Ironias à parte, observo que o setor legislativo (câmaras municipais e estaduais), com excelentes cargos e salários, tornou-se, também, alvo de interesse de muitos candidatos. Inclusive, por este ano ser eleitoral e de Copa, os concursos devem se concentrar no primeiro semestre, algo exigirá mais esforço daqueles que desejam receber o contracheque expedido pelo governo.
Aliás, o ano nem bem começou e os cursinhos preparatórios já estão lotados de candidatos que se inscreveram em mais de um concurso. A turma não arreda o pé da sala de aula, enquanto as dúvidas de português, matemática e conhecimentos gerais não são esclarecidas. Os campos específicos da área em que o candidato pretende prestar o concurso é o que mais toma tempo de estudo. Entendo que esses cursinhos são facilitadores do conhecimento de quem não consegue estudar sozinho ou tem dificuldade para se concentrar.
O leitor pode estar se perguntando sobre como desenvolver um método de estudo eficiente para se sair bem em tal desafio. Acredito que a melhor maneira de se preparar para enfrentar a maratona dos concursos é, primeiramente, ler atentamente o edital, levantar a lista de livros dos autores que, com certeza, os organizadores do concurso solicitarão nas questões, a fim de desenvolver um método de estudo, sempre com o foco nas disciplinas que tem mais dificuldades. Outra dica: acesse os sites das instituições que aplicam a prova e tente resolver as questões anteriores. Isso ajuda muito. Boa prova!
Todavia, é bom que fique claro: a empresa pública não é um paraíso como se acredita, pois muitos funcionários de carreira afirmam que o governo já foi um patrão melhor; mas, para muitos analistas, o governo continua sendo um "pai" que faz poucas cobranças. No entanto, quem deseja integrar tal equipe não deve se iludir com a falsa ideia de que pelo simples fato de passar no concurso não precisa mais estudar para se manter empregado. Isso é ilusório, pois as promoções que ocorrem, dentro do setor público, demandam concursos internos e conhecimento atualizado. Uma evidência disso foi a prova que o governo paulista aplicou, no ano passado, nos professores da rede estadual, a fim de elevar o ganho da categoria através do mérito.
Porém, dentro do panorama atual do país, em que o desemprego ainda assusta, torna-se inevitável não aceitar a ideia de que o setor público - em decorrência de bons salários que não atrasam, da estabilidade garantida e das possibilidades de promoção - continua sendo vantajoso sob vários aspectos. Com tal perfil, o emprego público torna-se atrativo e, consequentemente, disputado por um "batalhão" de candidatos com olhares atentos às vagas que os editais oferecem.
Inclusive, quem acompanha essa realidade, sabe que há até publicações voltadas para esse setor que, semanalmente, trazem todos os movimentos dos governos (nas três esferas). Estudos apontam que os setores de Segurança Pública, Saúde e Educação são os que mais disponibilizam vagas. Claro que há, também, setores governamentais considerados de luxo, com cargos de comando e salários de causar inveja a qualquer marajá.
Nesse contexto, a Petrobras, por exemplo, é considerada a "Meca" dos concursos públicos, porque é sabido que essa estatal é a que melhor paga seus funcionários, além de contar com cargos de altos salários. Naturalmente, isso eleva o nível da disputa, com questões enigmáticas. Tanto que, em tom de brincadeira, os candidatos dizem que é mais fácil passar em Medicina na USP, do que ingressar como petroleiro.
Ironias à parte, observo que o setor legislativo (câmaras municipais e estaduais), com excelentes cargos e salários, tornou-se, também, alvo de interesse de muitos candidatos. Inclusive, por este ano ser eleitoral e de Copa, os concursos devem se concentrar no primeiro semestre, algo exigirá mais esforço daqueles que desejam receber o contracheque expedido pelo governo.
Aliás, o ano nem bem começou e os cursinhos preparatórios já estão lotados de candidatos que se inscreveram em mais de um concurso. A turma não arreda o pé da sala de aula, enquanto as dúvidas de português, matemática e conhecimentos gerais não são esclarecidas. Os campos específicos da área em que o candidato pretende prestar o concurso é o que mais toma tempo de estudo. Entendo que esses cursinhos são facilitadores do conhecimento de quem não consegue estudar sozinho ou tem dificuldade para se concentrar.
O leitor pode estar se perguntando sobre como desenvolver um método de estudo eficiente para se sair bem em tal desafio. Acredito que a melhor maneira de se preparar para enfrentar a maratona dos concursos é, primeiramente, ler atentamente o edital, levantar a lista de livros dos autores que, com certeza, os organizadores do concurso solicitarão nas questões, a fim de desenvolver um método de estudo, sempre com o foco nas disciplinas que tem mais dificuldades. Outra dica: acesse os sites das instituições que aplicam a prova e tente resolver as questões anteriores. Isso ajuda muito. Boa prova!
Fonte: cruzeirodosul
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