O deputado Trocolly Júnior pode até ter razão quando fala de votos. Mas é injusto quando tenta menosprezar o presidente do PMDB pelo fato dele, Antonio, nunca ter sido votado.
Quem conhece a história do PMDB paraibano sabe que ele esteve prestes a decretar falência por culpa de certos dirigentes que entendiam de votos, de eleições e de maracutaias. O partido entrou no vermelho, teve as contas rejeitadas, foi transformado em cabide de emprego familiar e só não fechou as portas porque Zé Maranhão exigiu a presença de Antonio de Souza na chefia do partido.
Antonio, o contador, tomou as rédeas do PMDB, pôs ordem na casa, moralizou, organizou, deixou o partido nos trinques e agora que o PMDB voltou a ser a velha mãe de leite do passado, tornou-se outra vez alvo da cobiça de alguns interessados na mamata.
Antonio de Souza pode até não entender de eleição e de votos, mas entende de lealdade, amizade verdadeira, fidelidade, dignidade, coerência, honestidade e zelo para com a coisa pública.
Mas parece que tais requisitos estão fora de moda. O que vale nos dias de agora é o voto, mesmo que de cabresto, comprado e corrompido
Fonte: Tião Lucena
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