De cada dez ligações que o SAMU de Campina Grande recebe, três são trotes
A situação preocupa o coordenador do SAMU, o médico Antônio Henriques, que pede a colaboração da população para que, nos casos de pais ou responsáveis por crianças e adolescentes, explique que no momento em que um trote é passado, alguém pode estar deixando de ser salvo, inclusive alguém conhecido ou da própria família.
O maior problema do trote, segundo ele, é a obstrução das linhas telefônicas, que ficam sem ser utilizadas por quem realmente precisa do serviço, uma vez que o atendimento do SAMU é iniciado pelo telefone. Além disso, o trote causa estresse e irritação nos profissionais que trabalham no setor de regulação.
Em 2007, o SAMU de Campina Grande foi destaque em reportagem da revista Época, como o que mais recebeu trotes no país. Á época, depois de uma grande campanha, o número de trotes diminuiu, mas depois voltou a crescer. Em junho e julho e 2009, o percentual de trotes chegou a 71%. O menor percentual de trotes foi registrado em maio e junho de 2011, com 28%.
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