Lídia Moura rebate desconhecimento de deputada sobre órgão da PMCG e explica ações
Lídia Moura rebate desconhecimento de deputada sobre órgão da PMCG: “Para as mulheres que precisam, os serviços chegam a elas”
A Coordenadora de Assuntos Políticos da PMCG, Lídia Moura (PMN) rebateu a deputada Daniella Ribeiro (PP) sobre um comentário da parlamentar que afirmou que desconhecia as ações da Coordenadoria da Mulher em Campina Grande.
Ela afirmou ao PB Agora que o trabalho é árduo e que é uma rede quase silenciosa em defesa das mulheres e não condiz portanto com o comentário da deputada que não sabe, assim como a população das ações do órgão e sobre a existência efetiva do mesmo.
"Para se ter uma idéia temos até casa abrigo, que ninguém pode saber onde fica para que os agressores não encontrem essas mulheres e possam agredí-las ou mesmo matá-las. Não dar para fazer propaganda disso, deputada. Mas, as mulheres que precisam chegam a elas. E o fato da candidata ignorar isso, não significa que não exista. Nesse exato momento, temos mulheres e seus filhos guardados lá e protegidos, com o atendimento o mais perto possível de um lar. E cuidamos de tudo, da alimentaçao ao suporte psicológico. E é assim, deputada, em várias cidades do Brasil", explica Lídia.
Segue a nota na íntegra:
O texto abaixo repara a confusão criada pela deputada daniela Ribeiro ao insinuar que a Coordenadoria de Políticas para as Mulheres não tem atuação em Campina Grande.
Entusiasta das candidaturas femininas tenho esperado os projetos e propostas para Campina Grande, de propositura da Deputada Daniella Ribeiro, a primeira a se lançar candidata para o pleito 2012. Entretanto, até o momento, nenhum projetinho, um que seja. Ao contrário, apenas bravata contra a gestão municipal e ataques à secretária de saúde do município, a médica Tatiana Medeiros.
Mas, hoje deu uma trégua para Tatiana e voltou as suas baterias contra outras mulheres, as que fazem a Coordenadoria de Políticas para as Mulheres, demonstrando não ter qualquer vínculo, compreensão ou solidariedade com as mulhres e nenhum compromisso com esta luta.
A deputada disse que ninguém sabe do trabalho da coordenadoria de políticas para as mulheres. Explico, deputada, o trabalho é árduo. É uma rede quase silenciosa em defesa das mulheres. Para se ter uma idéia temos até casa abrigo, que ninguém pode saber onde fica para que os agressores não encontrem essas mulheres e possam agredi-las ou mesmo matá-las.
Não dar para fazer propaganda disso, deputada! Mas, as mulheres que precisam chegam a elas. E o fato de a candidata ignorar não significa que não exista.
Nesse exato momento, temos mulheres e seus filhos guardados lá e protegidos, com o atendimento o mais perto possível de um lar. E cuidamos de tudo, da alimentaçao ao suporte psicológico. E é assim, deputada, em várias cidades do Brasil.
Quando criamos uma coordenadoria dessa monta temos de lutar para agregar a ela vários serviços e uma rede de atendimento. No pequeno intervalo que tivemos, entre a criação da coordenadoria até hoje, conseguimos muito.
A equipe é valorosa. Dentre as nossas bravas mulheres vou destacar a nossa gerente da mulher, Ana Cleide Rotondano, que não descansa da lida e é incansável. Claro, o reconhecimento desse trabalho é um estágio que precisa ser alcançado. Quem não tem vivência nas causas da mulher enfrenta essa dificuldade.
Temos já em funcionamento, a seguinte rede:
REDE DE ATENDIMENTO ÀS MULHERES
• Coordenadoria de Políticas Para Mulheres
• Conselho Municipal dos Direitos da Mulher
( Rua Capitão João Alves de Lira, 334, Prata – 3322 7272)
• CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social
(Rua Desembargador Trindade, 162, Centro)
• CEAV – Centro de Atendimento de Vítimas de Crimes
(Rua Salvino de Figueiredo, 368, Centro – 3310 6021)
• Núcleos de Prevenção à Violência
-Instituto de Saúde Elpidio de Almeida
( Rua Vila Nova da Rainha S/N – 3310 6388)
-Centro de Saúde da Palmeira
( Rua Ana Azevedo, 528 – 3310 6342 - 3341 0733)
-Centro de Saúde do Catolé
( Rua Euticia Vital, S/N – 3331 7040 – 3310 7068)
-Serviço Municipal de Saúde
(Rua Siqueira Campos, 605, Prata – 3310 6258 – 3310 6357)
-Centro de Saúde Francisco Pinto
(Rua Venâncio Neiva, S/N, Centro – 3310 6384)
• Conselhos Tutelares (Norte /Sul/Leste/Oeste)
( Rua Jiló Guedes, 39, Centro, 3310 6278 – 3310 6005)
• Centros de Referência da Assistência Social – CRAS
(Plinio Lemos / Ramadinha / Malvinas / S. José da Mata /Jeremias/Catingueira /Catolé)
• Casas de Acolhida
-Passagem - Rua Desembargador Trindade, 150 , Centro
-Esperança II - Rua Arruda Câmara, 151, Santo Antônio
• Casa Abrigo Para Mulheres em Situação de Violência
(esta nao podemos divulgar o endereço)
• Delegacia Especializada da Mulher
( Rua Raimundo Nonato da Silva, S/N, Catolé – 3310 9343)
• Vara Especializada da Violência Contra a Mulher
( Rua Carlos Chagas, 47, São José – 3322 6032)
• Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da Mulher
( Rua Promotora Teresinha Lopes de Moura, Liberdade – 3321 2166)
E nos serviços de saúde, entenda, por favor, há serviços especificios para as mulheres. Um exemplo, é a terrível situação de mulheres estupradas, que são atendidas nesses centros e lá recebem toda a assistência, incluindo o coquetel anti-aids, o trato da saúde e até a interrupção da gravidez assistida, para os casos previstos na Lei.
Em cada um dos serviços acima citados há a intervenção da coordenadoria de políticas para as mulheres.
Teremos também o Centro de Referência da Mulher. Já conquistamos a verba, o convênio já foi assinado pelo prefeito , restando a liberação do tesouro . As informações são da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.
Da saúde, da segurança e da formação já estamos cuidando. E já estamos ultimando os úlimos ajustes para as ações que garantirão de moradia ao empreendendorismo.
E o que mais faz uma coordenadoria de poltíicas para as mulheres, além do já citado? Fez a Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, aquela que formula as políticas; o Centro de Referência foi conquistado a partir de um projeto elaborado pela coordenadoria da mulher, que também busca e atua com interfaces com as secretarias de educação, saúde, assistência social, além, de instiuições como as sociedades dos amigos de bairros e os clubes de mães. E coordena desde as lavandeiras até os projetos de formação e capacitação de mulheres.
Claro, que a luta mais importante é o combate à violência contra a mulher, cujo pacto foi assinado pelo prefeito Veneziano e desde então sua gestão atua neste sentido. A criação da coordenadoria é parte desse pacto.
O assassinato de mulheres é uma nódoa na história da Paraíba e perdemos desde sindicalistas que lutam por dias melhores, até as vítimas de maridos que reclamam por honra de macho.
Esperamos ter conseguido desenhar para a deputada as tarefas e desafios da Coordenadoria de Políticas para as Mulheres. Registramos também o nosso cansaço, pois somos poucas e as que julgávamos prontas, como deputadas, por exemplo, ainda estão desse modo, sem sequer saber como atua uma coordendoria de políticas para as mulheres e com o mesmo discurso que os homens atrasados e misóginos adotam. Uma pena!
Lídia Moura
Coordenadora de Articulação Política PMCG
A Coordenadora de Assuntos Políticos da PMCG, Lídia Moura (PMN) rebateu a deputada Daniella Ribeiro (PP) sobre um comentário da parlamentar que afirmou que desconhecia as ações da Coordenadoria da Mulher em Campina Grande.
Ela afirmou ao PB Agora que o trabalho é árduo e que é uma rede quase silenciosa em defesa das mulheres e não condiz portanto com o comentário da deputada que não sabe, assim como a população das ações do órgão e sobre a existência efetiva do mesmo.
"Para se ter uma idéia temos até casa abrigo, que ninguém pode saber onde fica para que os agressores não encontrem essas mulheres e possam agredí-las ou mesmo matá-las. Não dar para fazer propaganda disso, deputada. Mas, as mulheres que precisam chegam a elas. E o fato da candidata ignorar isso, não significa que não exista. Nesse exato momento, temos mulheres e seus filhos guardados lá e protegidos, com o atendimento o mais perto possível de um lar. E cuidamos de tudo, da alimentaçao ao suporte psicológico. E é assim, deputada, em várias cidades do Brasil", explica Lídia.
Segue a nota na íntegra:
O texto abaixo repara a confusão criada pela deputada daniela Ribeiro ao insinuar que a Coordenadoria de Políticas para as Mulheres não tem atuação em Campina Grande.
Entusiasta das candidaturas femininas tenho esperado os projetos e propostas para Campina Grande, de propositura da Deputada Daniella Ribeiro, a primeira a se lançar candidata para o pleito 2012. Entretanto, até o momento, nenhum projetinho, um que seja. Ao contrário, apenas bravata contra a gestão municipal e ataques à secretária de saúde do município, a médica Tatiana Medeiros.
Mas, hoje deu uma trégua para Tatiana e voltou as suas baterias contra outras mulheres, as que fazem a Coordenadoria de Políticas para as Mulheres, demonstrando não ter qualquer vínculo, compreensão ou solidariedade com as mulhres e nenhum compromisso com esta luta.
A deputada disse que ninguém sabe do trabalho da coordenadoria de políticas para as mulheres. Explico, deputada, o trabalho é árduo. É uma rede quase silenciosa em defesa das mulheres. Para se ter uma idéia temos até casa abrigo, que ninguém pode saber onde fica para que os agressores não encontrem essas mulheres e possam agredi-las ou mesmo matá-las.
Não dar para fazer propaganda disso, deputada! Mas, as mulheres que precisam chegam a elas. E o fato de a candidata ignorar não significa que não exista.
Nesse exato momento, temos mulheres e seus filhos guardados lá e protegidos, com o atendimento o mais perto possível de um lar. E cuidamos de tudo, da alimentaçao ao suporte psicológico. E é assim, deputada, em várias cidades do Brasil.
Quando criamos uma coordenadoria dessa monta temos de lutar para agregar a ela vários serviços e uma rede de atendimento. No pequeno intervalo que tivemos, entre a criação da coordenadoria até hoje, conseguimos muito.
A equipe é valorosa. Dentre as nossas bravas mulheres vou destacar a nossa gerente da mulher, Ana Cleide Rotondano, que não descansa da lida e é incansável. Claro, o reconhecimento desse trabalho é um estágio que precisa ser alcançado. Quem não tem vivência nas causas da mulher enfrenta essa dificuldade.
Temos já em funcionamento, a seguinte rede:
REDE DE ATENDIMENTO ÀS MULHERES
• Coordenadoria de Políticas Para Mulheres
• Conselho Municipal dos Direitos da Mulher
( Rua Capitão João Alves de Lira, 334, Prata – 3322 7272)
• CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social
(Rua Desembargador Trindade, 162, Centro)
• CEAV – Centro de Atendimento de Vítimas de Crimes
(Rua Salvino de Figueiredo, 368, Centro – 3310 6021)
• Núcleos de Prevenção à Violência
-Instituto de Saúde Elpidio de Almeida
( Rua Vila Nova da Rainha S/N – 3310 6388)
-Centro de Saúde da Palmeira
( Rua Ana Azevedo, 528 – 3310 6342 - 3341 0733)
-Centro de Saúde do Catolé
( Rua Euticia Vital, S/N – 3331 7040 – 3310 7068)
-Serviço Municipal de Saúde
(Rua Siqueira Campos, 605, Prata – 3310 6258 – 3310 6357)
-Centro de Saúde Francisco Pinto
(Rua Venâncio Neiva, S/N, Centro – 3310 6384)
• Conselhos Tutelares (Norte /Sul/Leste/Oeste)
( Rua Jiló Guedes, 39, Centro, 3310 6278 – 3310 6005)
• Centros de Referência da Assistência Social – CRAS
(Plinio Lemos / Ramadinha / Malvinas / S. José da Mata /Jeremias/Catingueira /Catolé)
• Casas de Acolhida
-Passagem - Rua Desembargador Trindade, 150 , Centro
-Esperança II - Rua Arruda Câmara, 151, Santo Antônio
• Casa Abrigo Para Mulheres em Situação de Violência
(esta nao podemos divulgar o endereço)
• Delegacia Especializada da Mulher
( Rua Raimundo Nonato da Silva, S/N, Catolé – 3310 9343)
• Vara Especializada da Violência Contra a Mulher
( Rua Carlos Chagas, 47, São José – 3322 6032)
• Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da Mulher
( Rua Promotora Teresinha Lopes de Moura, Liberdade – 3321 2166)
E nos serviços de saúde, entenda, por favor, há serviços especificios para as mulheres. Um exemplo, é a terrível situação de mulheres estupradas, que são atendidas nesses centros e lá recebem toda a assistência, incluindo o coquetel anti-aids, o trato da saúde e até a interrupção da gravidez assistida, para os casos previstos na Lei.
Em cada um dos serviços acima citados há a intervenção da coordenadoria de políticas para as mulheres.
Teremos também o Centro de Referência da Mulher. Já conquistamos a verba, o convênio já foi assinado pelo prefeito , restando a liberação do tesouro . As informações são da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.
Da saúde, da segurança e da formação já estamos cuidando. E já estamos ultimando os úlimos ajustes para as ações que garantirão de moradia ao empreendendorismo.
E o que mais faz uma coordenadoria de poltíicas para as mulheres, além do já citado? Fez a Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, aquela que formula as políticas; o Centro de Referência foi conquistado a partir de um projeto elaborado pela coordenadoria da mulher, que também busca e atua com interfaces com as secretarias de educação, saúde, assistência social, além, de instiuições como as sociedades dos amigos de bairros e os clubes de mães. E coordena desde as lavandeiras até os projetos de formação e capacitação de mulheres.
Claro, que a luta mais importante é o combate à violência contra a mulher, cujo pacto foi assinado pelo prefeito Veneziano e desde então sua gestão atua neste sentido. A criação da coordenadoria é parte desse pacto.
O assassinato de mulheres é uma nódoa na história da Paraíba e perdemos desde sindicalistas que lutam por dias melhores, até as vítimas de maridos que reclamam por honra de macho.
Esperamos ter conseguido desenhar para a deputada as tarefas e desafios da Coordenadoria de Políticas para as Mulheres. Registramos também o nosso cansaço, pois somos poucas e as que julgávamos prontas, como deputadas, por exemplo, ainda estão desse modo, sem sequer saber como atua uma coordendoria de políticas para as mulheres e com o mesmo discurso que os homens atrasados e misóginos adotam. Uma pena!
Lídia Moura
Coordenadora de Articulação Política PMCG
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