PMDB inicia ciclo de Debates de Patos, com Veneziano apresentando diagnóstico da PB e propondo alternativas para seu desenvolvimento
O ciclo de debates Pensando a Paraíba terá a participação do presidente do Diretório Estadual do PMDB, José Maranhão; do presidente da Fundação Ulysses Guimarães na Paraíba, Raniery Paulino e de diversas lideranças do PMDB paraibano, a exemplo do pré-candidato a Governador pelo partido nas eleições do ano que vem Veneziano Vital do Rêgo, do Senador Vital do Rêgo, Deputados Federais e Estaduais, Prefeitos, Vice-Prefeitos, Vereadores e lideranças políticas do PMDB e de outros partidos. Servirá para o partido começar a traçar estratégias para 2014.“A participação do PMDB nas sérias discussões da Paraíba é uma constante. Como partido sempre presente nos mais destacados momentos políticos do Estado, o PMDB, junto com a Fundação Ulysses Guimarães, realiza este importante ciclo de estudos para ouvir os paraibanos de diversos segmentos sociais e produtivos, visando contribuir para o nosso futuro”, afirmou Veneziano.
O peemedebista foi um dos primeiros a chegar em Patos. Ele foi recebido pela prefeita Francisca Mota e lideranças políticas da região.
4º pior PIB - Ele também destacou que a situação a Paraíba no contexto econômico regional preocupa. “Temos, economicamente, uma relação que muito nos preocupa e nos deixa cientes de que muito tempo nós perdemos. A Paraíba, no final da década de 60, ocupava a terceira posição entre os nove estados do Nordeste com maior PIB. Hoje somos o quarto pior Produto Interno Bruto”, destacou.
Veneziano disse que a análise de dados como estes vai proporcionar uma avaliação da dura realidade vivida pela Paraíba em relação a outros estados do Nordeste e que, a partir desta realidade, os participantes dos ciclos de debate poderão formatar uma proposta para o Estado. “São dados que nos preocupam e nos fazem, longe de ser um discurso retórico, estar preocupados com a formatação de um projeto para a Paraíba”.
Ele afirmou que há uma preocupação dos que vão participar dos ciclos de debate, para que as propostas apresentadas sejam efetivamente exequíveis. “Não queremos uma peça técnico-burocrática, que possa ser feita por dez ou quinze especialistas, estudiosos, que durante uma semana rabiscam e fecham um documento. Não é isso. Temos a preocupação e o interesse de discutir de forma diferente”.
Veneziano defende que os ciclos de debate tenham a participação de todos os paraibanos. “Nós gostaríamos que nesta discussão estivessem todos os agentes políticos, mesmo que doutrinária, partidária ou politicamente em posições antagônicas, a imprensa, as instituições de ensino superior, públicas e privadas, movimentos sociais, entidades não governamentais, enfim, os paraibanos, em geral, do campo e da cidade. Esse é um debate que interessa a toda a Paraíba, argumentou Veneziano.
redação com assessoria
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